quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Quando somos novos temos milhentos amigos. A cada sitio que vamos fazemos mais uns quantos. 
Em cada fase da vida temos uma certa amiga a quem chamamos de melhor amiga porque somos capazes de lhes confessar tudo, de fazer tudo com ela, de pedir conselhos e de levar "nas orelhas" quando precisamos. O termino destas amizades são sempre as que doem mais e também as que acabamos por sentir mais falta. 
Mudamos de trabalho e de cidade e parece que tudo acaba. Obviamente, há sempre aquele grupo de amizades que, apesar da distancia, o "bem querer", a amizade e o carinho ficam, mas a vida e a distancia não consegue ir mais alem de umas chamadas, umas mensagens no facebook e umas poucas visitas por ano. 
E assim acabamos "sozinhos". E então vem a maior das revelações que esteve sempre à frente dos olhos mas nunca quisemos ver... a minha melhor amiga foi, é e será sempre a minha mãe. 
É com ela que falo todos os dias, é com ela que desabafo, é a pessoa que mais gosta de mim e dos meus filhos e neste momento já não há assuntos tabus (como havia na adolescência ) nas nossas conversas e não há distancia que nos separe. 
Oh como eu amo a minha mãe... 



* Momento apanhado esta semana numa visita. 
As mulheres da minha vida. 

1 comentário:

  1. Revi-me tanto neste post. É preciso tanto tempo para nos darmos conta disto. <3

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